segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Diana Palmer - Tudo Por Um Beijo

Título Original: The Princess Bride
Protagonistas: Kingman Marshall e Tiffany Blair
Sabrina Coleção Noivas 69

Série Homens do Texas 18


UM PEÃO MISTERIOSO E DESTEMIDO

Ele era tudo o que Tiffany sempre desejara: forte; inteligente, charmoso e simplesmente irresistível. King Marshall era o próprio amor personificado, e ela faria qualquer coisa para passar o resto de sua vida com ele. O grande problema era que King acreditava que casamento tinha sido inventado apenas para os tolos...

UMA GAROTA ENCANTADORA

Ela era jovem, belíssima, simpática e... muito inexperiente. King Marshall era bem mais velho, cético e desiludido com a vida para se deixar levar por histórias de amor com finais felizes. Ele só não contava com a tenacidade e com a determinação de Tiffany em levá-lo ao altar!


Tiffany Blair sempre fora apaixonada pelo seu vizinho King Marshall, mas devido a diferença de idade entre eles, o homem nunca a olhara como nada além do que a filhinha do sócio dele. Além disso, a última coisa que ele queria era casamento, graças ao exemplo fracassado de seus pais. Mas agora que estava prestes a completar 21 anos, Tiffany colocaria em prática o seu plano para conquistá-lo de uma vez por todas. Ela só não imaginava que isso mudaria para sempre a vida como antes conhecia...


A série Homens do Texas é uma das minhas favoritas. Quando criei o blog em 2010 eu já estava no livro 24 (Feitiço do Amor) e foi a partir dele que fui fazendo as resenhas, deixando os anteriores de fora. De lá pra cá, reli a maioria dos livros que havia lido antes da existência do blog e fui fazendo as resenhas aqui. Agora resolvi reler os quatro que eu ainda não tinha resenhado, para completar a série aqui no blog, e o primeiro dessa pequena lista é esse "Tudo Por Um Beijo". Tem um pouco mais de dez anos que o li pela primeira vez e eu não lembrava quase nada da história. Apenas os detalhes mais importantes e o fato de, na época, não ter achado o livro tão bom quanto alguns outros da autora. Além disso, sempre soube que ele havia sido mutilado pela editora, a começar pelo fato do livro original ter 11 capítulos e essa versão nacional ter apenas 10, e como isso era prática comum da NC, há muitos anos eu já tinha me decido que, quando relesse algum livro da Diana Palmer, eu o faria no original em inglês. Então, apesar da capa e sinopse serem da NC, eu reli em inglês mesmo (espiando a versão nacional para comparar as alterações). No final da resenha, à parte, eu falo um pouco sobre a diferença entre as duas versões para quem tiver curiosidade em saber, mas por agora, vou falar sobre a história versão original The Princess Bride (sim, a versão nacional acabou virando algo bem diferente).


Mal havia começado a leitura e a primeira coisa que pensei foi: gente, esse livro sempre foi tão bom assim? Porque, como falei, eu tinha a impressão de não ter gostado tanto da história. Não sei se foi por não ter muitas expectativas, mas o fato era que agora eu estava amando. Tiffany era atrevida e não ficava por baixo quando King a magoava. A história tem uma passagem de tempo de mais ou menos seis meses depois de Tiffany tentar colocar em prática seu plano de conquistar King, em que ela tem uma mudança de vida. Após isso, ela fica mais confiante, mais madura e independente, faz novos amigos e conquista um importante sucesso profissional que, para a nossa alegria, deixa King bem desconcertado. Bem feito pra ele, que a desprezou e depois achou que a mocinha ficaria o resto da vida em Jacobsville esperando o momento em que ele finalmente quisesse se comprometer com alguém (é, o arrogante disse isso). Eu amei a nova Tiffany, que sempre deixava claro que não queria mais nada dele e como era maravilhosa a sua nova vida em Nova York. Só não foi mais perfeito porque Tiffany cedeu muito rápido. Poderia tê-lo feito sofrer mais, e ter aproveitado melhor o seu amigo bonitão para perturbar o juízo enciumado de King, mas fazer o quê, né?!

Falando no mocinho, ele é o típico exemplar "DianaPalmeriano": arrogante, que quer tudo do jeito dele e que, quando dá ruim, joga a culpa na mocinha. Ele não é tão ogro quanto outros protagonistas da autora, mas é um tapado no que diz respeito à secretária periguete dele que quer ferrar a vida de Tiffany a todo momento. Mesmo sabendo tudo o que ela aprontou, ainda a mantinha ao seu lado. E mesmo após a vilania que foi a gota d'água, ele ainda tentou suavizar a punição da the monia. Bocó. Merecia ter ficado sozinho no final pra aprender a deixar de ser lesado. Uma coisa que me incomodou nele foi que o homem só percebeu o valor do que ele tinha quando confrontado com situações de vida ou morte. King é do tipo que tem que perder pra dar valor (e perder pra morte. Qualquer outro tipo de perda ele ou finge que não está nem aí, ou dá um jeitinho para que a situação fique do jeito que ele quer). Só por isso (e pela rapidez da rendição de Tiffany) que eu não dei a nota máxima para o livro nas minhas avaliações no Skoob e Goodreads.

Essa história acabou sendo bem melhor do que eu esperava, ou no caso, do que eu lembrava. As mudanças e cortes na versão original realmente tiveram impacto na trama, alterando-a para pior. Ao conferir a original, constatei que essa é realmente uma boa história. Ok, King devia ter sofrido e lutado um pouco mais para merecer a Tiffany, mas mesmo assim eu gostei e muito. Eu recomendo sim, mas a versão original, ou a versão chamada "A Mulher Da Sua Vida". Essa versão da Nova Cultural "Tudo Por Um Beijo" é uma perda de tempo. Fujam dela!


Versão Original x Versões Nacionais

*- Como deixei bem claro durante a resenha, há diferença entre o livro original e o que foi lançado aqui no Brasil. O que a Nova Cultural fez foi reescrever a história da Diana Palmer, inventando personagens que não existem, situações que não aconteceram e omitindo cenas que estão na história original. Já começa pelo fato do livro em inglês ter 11 capítulos e a versão da Nova Cultural ter apenas 10. Você não precisa nem ler o livro para sacar que algo não está certo. Além disso, na versão Nova Cultural nem chega a dizer que o nome de King na verdade é Kingman. Não aparece o nome dele nem uma vezinha. Não vou esmiuçar todas as diferenças, porque não sairíamos daqui, já que o começo de todos os capítulos (exceto o primeiro) é totalmente diferente do começo dos capítulos originais. E os finais de cada um deles (dessa vez incluindo o primeiro capítulo) também. Vou dar apenas dois exemplos — um no começo da história e um no final — para vocês sentirem o nível de barbaridade que a falecida editora fez com a obra da Diana Palmer. Obviamente vem spoilers a seguir, então sigam por sua conta e risco:

*- EXEMPLO 1 - FESTA DE ANIVERSÁRIO DE TIFFANY: boa parte das coisas relacionadas a esse aniversário que são mencionadas em Tudo Por Um Beijo não condiz com o que realmente acontece no original, desde a preparação, o diálogo dela com o pai, as coisas que ela diz sozinha, até mesmo ir pro estábulo, nada disso está fiel. A maioria foi resumida e depois alterada. A parte do estábulo, por exemplo, nunca aconteceu. Inventaram aquilo lá para fechar o capítulo 1, já que cortaram boa parte do que de fato aconteceu e tiveram que inventar um jeito de encerrar o tal capítulo. Mas o maior dos absurdos acontece na festa mesmo. Pra começar, no original King vai SOZINHO. Lá é que ele se aproxima de algumas belas mulheres, mas nenhuma delas é relevante pra história, nem voltam a aparecer depois. Já na versão da Nova Cultural ele aparece na festa com sua secretária periguete, arqui-inimiga de Tiffany. Nunca que a Tiffany ia permitir essa mulher entrar na casa dela, ainda mais no seu aniversária. Mas a Nova Cultural achou legal enfiar a mulher na cena e deixá-la o tempo todo grudada no King. Outro momento, ainda na mesma festa: no original Tiffany é tirada pra dançar por um jovem SECRETÁRIO chamado Wyatt. Ele é bem inofensivo, meio bobo até, mas serve de escudo pra Tiffany contra King. E é com esse jovem que ela sai pra dar uma volta de carro e é parada por um policial, que por coincidência é primo desse Wyatt. Mas a Nova Cultural novamente quis reinventar a história, transformando Wyatt num jovem POLÍTICO solteiro, super cobiçado pelas mulheres, que tirou Tiffany pra dançar, onde ficaram a dança inteira conversando sobre política. Wyatt ainda ressalta como ela seria uma ótima esposa de político, e alguém até insinua que ele pode chegar a se tornar presidente. Óbvio que nada disso é real, e Tiffany, na verdade, mal trocou duas palavras com ele durante a dança (inclusive, pisou de propósito no  pé do rapaz pra deixar claro que não estava interessada). E pensa que acabou por aí? Não. Como se fosse pouco, a malfadada editora ainda INVENTOU um personagem chamado Richard, suposto velho amigo de Tiffany, e colocaram esse pseudo ser para dar uma volta com ela de carro. Segundo a versão NC, o policial que os parou na estrada era primo não de Wyatt, mas de Richard. Socorro! Nem vou falar mais nada, que já fiquei nervosa só de lembrar. 'Bora pro outro exemplo.

*- EXEMPLO 2 - DESCOBERTA DA GRAVIDEZ DE TIFFANY: a forma como King descobriu que Tiffany estava grávida foi levemente alterada pela Nova Cultural. O que se sucedeu foi um resumo. No original, Tiffany surta quando King descobre a gravidez (ele sempre deixou claro que não queria ter filhos), então ela corre pra fugir dele. Tenta ir para a escada, mas vê que não vai dar tempo de subir, porque ele está bem perto de alcançá-la, então resolve ir para a porta da frente. Quando a abre, está tudo molhado, porque havia chovido, o que a faz escorregar no primeiro degrau e cair com muita força, de costas, no chão. Começa, então o desespero por achar que perdeu o bebê. Já na versão da Nova Cultural, Tiffany já sai correndo direto para a porta, mas nem chega lá, porque a bonita torce o pé, cai sem muito estardalhaço e já começa a chorar com medo de perder o bebê. Ficou muito surreal, porque ela só torceu o pé, a queda não foi nada demais pro drama que se seguiu depois, que também teve cortes. Desse momento em diante se encaminha para o final do livro, e é nesse ponto que a versão original e da Nova Cultural se tornam duas coisas TOTALMENTE DIFERENTES. Não vou detalhar tudo, porque a Nova Cultural pegou a metade final do capítulo 10 e todo o capítulo 11 original e fez uma mistura (resumindo o começo e inventando o final), jogando tudo isso na METADE final do capítulo 10 deles (que é o que encerra a história. Lembra que mencionei que a versão NC só tem 10 capítulo)? Ou seja, a NC resumiu/alterou um capítulo e meio em apenas meio capítulo. A mudança mais significante foi:
    No original: após a queda, a madrinha de Tiffany (que mora com ela) chama a ambulância. A mulher não fica sabendo que Tiffany estava grávida, porque não deu nem tempo de contar. Um pouco antes da ambulância sair, King diz que vai ficar tudo bem, que ele a quer e ao bebê também. Tiffany vai para o hospital com King, onde recebem a notícia de que ela e o bebê estão bem, e King já entra no modo pai coruja, pensando desde obstetra até a faculdade que a criança vai estudar. Eles voltam pra casa, a madrinha enfim descobre sobre a gravidez (depois de reclamar que ele não ligou para dar notícias), King leva Tiffany para o quarto, onde eles têm uma sincera conversa sobre seus sentimentos. King diz que a deseja, Tiffany acha que a insinuação é sexual e se preocupa, porque o médico disse que o primeiro trimestre era complicado e ela não podia fazer esforço, mas King a tranquiliza dizendo que só vão fazer amor depois que o bebê nascer, mas que dormiriam um nos braços do outro. Na sequência ele faz uma declaração de amor bem lindinha, os dois trocam juras de amor, deitam abraçadinhos e vem aquelas declarações finais do último parágrafo sobre como tudo estava lindo e maravilhoso. Fim do livro.
    Na versão Nova Cultural: após a queda, a madrinha de Tiffany chama a ambulância e descobre da gravidez, comentando inclusive sobre esse ser, então, o motivo pra ela quase não tomar café da manhã (diálogo inventado, nem preciso dizer, né?!). Depois Tiffany e King vão para o hospital, onde descobrem que está tudo bem. O médico (e não King) fala sobre Tiffany precisar de uma ginecologista e obstetra, e o que se segue daí até o final do livro é tudo invenção da Nova Cultural (TUDO mesmo): o médico sugere uma médica recém chegada após fazer residência chamada Martha (personagem que não existe na versão original). King parece não gostar de ser uma mulher, mas depois ele diz que não é que ele não confie nas mulheres, mas que se preocupa com o fato dela ter acabado de fazer residência. Segue um chato diálogo sobre a mulher ser boa mesmo e depois o médico pergunta se já escolheram o nome do bebê (lembrando que King acabara de descobrir sobre a gravidez). Ele já vem com o nome Peter Marshall, Tiffany diz que tem que ser Peter Blair Marshall, poque também é filho dela (socorro, que cena desnecessária), e depois diz que será Sarah se for menina. Aí o médico diz que há tempos não via um casal que se amava tanto quanto eles, Tiffany fica com vontade de chorar porque acredita que King não a ama, mas antes que ela possa comentar qualquer coisa, King já vai falando pro médico que nunca pensou que um dia pudesse amar uma mulher tanto quanto ama Tiffany. Daí ele faz uma declaração sem graça de amor pra Tiffany, mas falando com o médico e não com ela, bem diferente da declaração lindinha que ele faz no original, só pra ela e olhando em seus olhos. Aí novamente falam da tal ginecologista-inventada-Martha, depois o médico os deixa a sós, onde Tiffany pergunta se era verdade o que King disse ao médico. Ele disse que sim, que a ama, que seriam o casal mais feliz do mundo e a beija. Duas horas mais tarde, King liga para a madrinha de Tifanny, diz que está tudo bem, que estão saindo do hospital e que estão impressionados com a nova médica. Depois aparece um funcionário de King outro-personagem-inventado-chamado-Willy para entregar um carro para King levar Tiffany pra casa. Aí fica nessa dele querer dar carona pro funcionário, o funcionário recusando pra poder ir a pé, em mais uma cena inventada e desnecessária. Assim que Tiffany entra no carro, ela pede pra King a levar para um motel, pra fazer o que todo mundo faz lá. Meu Deus, quem lê livros de Diana Palmer sabe que uma mocinha dela com o perfil da Tiffany nunca sugeriria isso. Tanto é que no original a mocinha ficou vermelha e sem graça só de ouvir o mocinho dizer que a desejava, de tão pura e inocente (apesar de não mais virgem, pois já estava casada) que ela era. King diz que não sabe se é conveniente no estado dela, e Tiffany o corta, dizendo que a médica disse que gravidez não era doença, que o bebê não corria riscos e que eles podiam ter uma vida normal, e portanto, ela queria reiniciar a vida deles num motel (socorro, que descaracterização do estilo da Diana Palmer). King diz que tudo bem, que ia pegar a estrada para San Antonio e que parariam no primeiro motel decente que encontrassem. Daí vem o último parágrafo, onde Tiffany sente que "começava a viver a felicidade com que tanto sonhara" e fim do livro. Na certa alguém não gostou do final casto da Diana Palmer, de apenas dormir abraçadinhos até o bebê nascer e pensaram: vamos botar fogo na mocinha e arrastar os dois pro motel. Ah, gente, é por isso que tenho ódio dos cortes e mutilações que a NC fazia nos livros que lançavam. Sou da opinião de que não se altera a história que você comprou de um autor. Quer traduzir e publicar o livro dele? Então faça do jeito que o autor lançou, pois ele certamente já tem um editor que trabalhou com ele nas mudanças necessárias para chegar naquele produto final. A versão da Nova Cultural ficou pobre, resumida, alterada e chata. Se você conhece a história de King e Tiffany apenas pela versão da Nova Cultural Tudo Por Um Beijo, lamento informar que você não conhece a história de verdade. Repito o que falei na resenha: fuja dessa versão.

*- Tem uma outra tradução em português desse livro chamada "A Mulher Da Sua Vida". Apesar de carecer de uma boa revisão, pelo menos essa tradução foi feita baseada no livro original. Tem os 11 capítulos lá e, aparentemente, está bem fiel.

*- E por último, mas não menos importante, para saber mais sobre a série "Homens do Texas" e os livros/séries conectados à ela, bem como a ordem de leitura de todos elesclique aqui.


Série Homens do Texas:

Relação atualizada dos livros da série nesse link aqui.


Capas Originais:


*** Suelen Mattos ***
http://lh6.ggpht.com/_2WNpNdgUeb0/TUTUNd_cnxI/AAAAAAAAAyM/ce90pMbLYvc/separador.gif

15 comentários :

  1. Oi, Suelen como vai? Que chato que a versão nacional esteja diferente da original e faltando capítulo. Me parece um bom livro de ser lido, apesar de toda esta diferença em relação ao original. Abraço!


    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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    1. Nossa, nem me fale. Foi bem chata essa situação mesmo. Mas o livro é bom sim! :j

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  2. Oi Su, tudo bem?

    Me sinto uma et por nunca ter lido nada da Diana Palmer (rs...). Mas sei lá, acho que não me sinto muito atraída pela temática de cowboys.

    Uma pena ter essas diferenças gritantes entre as edições. :( O importante é que mesmo assim, você conseguiu aproveitar bem a história!

    Beijos;*
    Ariane Reis | Blog My Dear Library.

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    1. Menina, eu confesso que odiava histórias de cowboys. Sério, não suportava. Passei a gostar depois de ler os livros da Diana Palmer, hehe!

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  3. Oi Su,
    Rindo com o tapado kkkk
    Pelo que vc fala então é melhor ler esses romances no original. Eu tô meio chocada com o fato do tradutor ter feito isso com o trabalho da autora.
    Ah fiquei curiosa com esse. Tem cowboy e boy mais velho, amooo

    até mais,
    Canto Cultzíneo

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    1. Ah, é. Se o romance é da Nova Cultural, pode esperar alguma alteração, em menor ou maior escala. Infelizmente.

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  4. Oi, Su!
    Só pela capa já tinha percebido que era um romance de banca e nunca li nenhum! Aliás, nem sabia da existência deles até uns tempos atrás haha.
    Achei a premissa super legal e achei horrível isso da edição nacional. Falta de respeito com o autor da obra, né? Eu ia ficar brava de ver algo que escrevi sendo mutilado assim :O

    Estante Bibliográfica

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    1. Nem me fala, menina. Desrespeito total com a obra original!

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  5. Confesso que a capa não me atraiu muito, e o fato do livro ser diferente do original também. Mas acho que toda história nunca é perdida, né? <3

    https://www.kailagarcia.com

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    1. Pois é, fizeram uma lambança na história aqui no Brasil. Uma pena!

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  6. Oi Su,
    Aqui em casa, minha mãe AMA a Diana Palmer. Só que fico chocada com essas diferenças do original, deveria estar em contrato que a editora não pode mudar nada, só traduzir mesmo.
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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    1. É uma das minhas autoras favoritas tb. E concordo que deveria ter uma cláusula no contrato proibindo de alterar a história original.

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  7. Muitíssimo obrigada! Tenho as duas versões,já anotei para ler a certa! É surpreendente, para não dizer criminoso, as mutilações que as editoras fazem nas traduções!! Que chato! Agora vou ler as tuas outras resenhas para me atualizar. Bjs

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