quarta-feira, 18 de abril de 2018

Diana Palmer - Wyoming Winter

Título Traduzido: Inverno de Wyoming
Protagonistas: J. C. Calhoun e Colie Thompson

Série Homens de Wyoming 07


Há algo sobre esses homens de Wyoming...
A autora best-seller do New York Times, Diana Palmer, retorna ao Estado dos Cowboys com uma nova história de desejo e decepção 

Cultivar o seu vasto rancho em Wyoming é tudo o que o especialista em segurança J.C. Calhoun quer. Sua terra é a única coisa em que o rancheiro traído pode confiar após descobrir que sua noiva estava grávida de outro homem. Mas tudo o que J.C. estima fica comprometido quando uma garotinha perdida o leva até Colie Thompson, a mulher que destruiu a sua vida.

Colie não para por nada para proteger as pessoas que ama. Anos atrás, ela abandonou J.C. para o próprio bem dele. Agora, pelo bem de sua filha, ela precisa depender de um homem de coração duro que não a perdoará. Quando um bando de implacáveis criminosos rastreia todos os seus movimentos através do inverno congelante de Wyoming, Colie e J.C. são forçados a confrontar as mentiras que os separaram — e a surpreendente verdade que os ligará para sempre…


Outros personagens de Diana Palmer que aparecem ou são citados aqui:



    ANTES  DE  COMEÇARMOS...

    A sinopse até passa a ideia da trama, mas tem muitos erros. Geralmente minhas resenhas são livres de spoiler, porém já aviso que essa aqui terá bastante, principalmente em relação à primeira parte da história, pois esse foi um dos livros mais diferentes e dramáticos que já li da autora, e preciso que vocês entendam como essa obra bagunçou minhas emoções. Essa resenha me deu muito trabalho para fazer, fiquei semanas trabalhando nela, buscando a melhor forma de transmitir a vocês tudo o que senti durante a leitura, então se tiverem paciência com meu textão, garanto que valerá a pena. Vamos começar esclarecendo os erros na sinopse:

    Cultivar seu vasto rancho em Wyoming: J.C. tem uma cabana, na verdade, e comprou a terra do seu chefe, Ren Colter. Não é uma área pequena, mas está longe de ser um "vasto rancho".

    (...) uma garotinha perdida o leva até Colie Thompson, a mulher que destruiu a sua vida: na verdade, J.C. é quem destruiu a vida da mulher, e o próprio J.C. sabe — e se arrepende — disso.

    Anos atrás, ela abandonou J.C. para o próprio bem dele: incorreto. Primeiro, Colie não o abandonou: J.C. a expulsou como se fosse um cachorro. E segundo, ela não se mantém afastada "pelo próprio bem dele", mas sim para proteger o seu pai e a sua filha.

    (...) ela precisa depender de um homem de coração duro que não a perdoará: não há o que J.C. perdoar, porque como eu disse, foi ele que acabou com a vida da mocinha. Além disso, quando se reencontram, J.C. não é mais um homem de coração duro, ao contrário, ele aprendeu a lição com seus erros e se tornou um homem melhor. É J.C. que está em busca do perdão de Colie. Ela é que precisa perdoá-lo, e não o contrário. E só pra constar, ela não precisa depender de ninguém, porque tem se virado muito bem sozinha, obrigada. J.C. é que vai oferecer ajuda e, alma boa como Colie é, ela acaba aceitando.

    Quando um bando de implacáveis criminosos rastreia todos os seus movimentos através do inverno congelante de Wyoming: fala sério, é um bandido só, com um ajudante que não é lá tanta ameaça assim. E eles não rastreavam nada. Até se assustaram ao ver que a mocinha estava em Wyoming, e aproveitaram a oportunidade para ameaçá-la.

    (...) a surpreendente verdade que os ligará para sempre: nada de surpreendente, até porque a mocinha e o mocinho sempre souberam dessa verdade. Eles só não conversavam sobre isso. Na verdade, eles não conversavam. Ponto.


    SOBRE  O  LIVRO

    Pela sinopse, sabemos que Colie tem uma filha. Então, quando comecei a ler o livro e vi que ela estava com seus 19 anos, solteira e sem filhos, sabia que teria passagem de tempo — para meu desespero, pois não curto passagens longas de tempo no meio da história (e isso está ficando cada vez mais comum nos livros da autora). A história começa pouco tempo depois do final do livro anterior da série e vai avançando, até que no capítulo 9 tem a primeira passagem de tempo (de mais ou menos um ano). Então, no capítulo 12, tem mais uma passagem de tempo (de dois anos), totalizando uma passagem de tempo de três anos entre o começo e o final da história. O livro tem um total de 16 capítulos, o que significa que essa passagem só acontece mesmo na segunda metade dele.

    J.C. era o melhor amigo do irmão de Colie (eles serviram juntos no exército) e foi assim que o casal se conheceu. Ele tinha 32 anos, ela tinha 19, mas J.C. achava que Colie era mais velha (isso nunca acaba bem num livro da Diana Palmer). Anos atrás, ele teve uma decepção amorosa que o fez acreditar que nenhuma mulher era santa. Então, apesar de saber que a mocinha era filha de ministro, criada na igreja, e mesmo estando cansado de ouvir o irmão dela falar sobre como Colie sempre fazia o que era certo e que nunca dava um passo errado, J.C. acreditava que ela era experiente, que já tivera uma boa parcela de amantes e que só fingia inocência para despertar o interesse dos homens. Ele a desejava e acreditava que poderia tê-la quando quisesse. Já Colie, inocente DE VERDADE, se apaixonou perdidamente por ele e, mesmo sabendo que J.C. não era do tipo que se casava, sabia que nunca conseguiria negar nada a ele, estando disposta a aceitar tudo o que ele estivesse disposto a lhe oferecer. Quem está acostumado a ler os livros da titia Palmeirão sabe que suas mocinhas são sempre inocentes, religiosas, que esperam o casamento para perder a virgindade (ou, ao menos, pretendiam isso) e que defendem com orgulho seu modo conservador de viver. À primeira vista, Colie parece se enquadrar nesse perfil, mas é só o mocinho entra em cena para ela se mostrar diferente das outras mocinhas da autora:
    Ela desejava J.C. Por que era tão errado dormir com alguém que ela amava? Isso era tão natural quanto respirar.
    Capítulo 1
    Ela deixa claro, inclusive para o seu pai, que não acha nada errado dormir com alguém antes do casamento, nem em morar junto sem ser casada. Todos percebem o amor de Colie por J.C. O pai dela se preocupa, o irmão dela também se preocupa, pois sabe como ele trata as mulheres, mas Colie está irredutível e se recusa a ouvir qualquer conselho. Eles começam a sair e não demora muito para Colie dormir com ele. Eu imaginei que o mocinho finalmente iria descobrir que ela era virgem, mas não. Ele continua achando que Colie é experiente, pensa que o sangue no colchão era a menstruação dela e não percebe como o ato foi desconfortável pra ela — que aguenta tudo em silêncio, pois teme que ele a deixe se descobrir a verdade. J.C. repete que nunca irá se casar com Colie, mas a convida pra morar com ele, porque irá querê-la todas as noites (ai, que romântico! #sqn). Sem rótulos, sem compromisso, sem amarras. Ela não pensa duas vezes e aceita; passa a morar com J.C. e continua tendo relações com ele, mesmo odiando todas (T-O-D-A-S) as vezes, pois ele é o tipo de amante egoísta: faz tudo rápido e não pensa nela (com a velha desculpa de que estava na seca há muito tempo). Pra piorar a situação, J.C. acha maravilhoso Colie aceitar tudo o que ele faz, calada, sem exigir nada (Oi??? Como??? Sério???). Ele até percebe que a mocinha não gosta tanto do ato, mas tem lá as suas teorias que nem vou perder tempo expondo aqui. Enquanto isso, Colie continua lá, apaixonada, dizendo sempre que o ama, sendo um livro aberto pra J.C., enquanto ele mal passa tempo com ela (o que é uma proeza, já que os dois estão morando debaixo do mesmo teto). Eles só ficam juntos mesmo durante a noite, na cama. Mas J.C. não fala nada sobre ele, sobre o seu passado, nem sobre a sua família. Ele deixa claro que não acredita em amor, casamento, filhos e, mesmo sabendo que Colie quer tudo isso, o cara é brutalmente honesto sobre como nunca vai mudar, mas que adora ouvi-la dizer que o ama (canalha!). Colie continua aguentando essa situação, pois acredita que J.C. pode mudar de ideia com o tempo (nesse momento eu já queria dar uma sacudida nela, pra deixar de ser boba), mesmo ele dizendo o tempo todo coisas como essa:
    — Eu não quero uma vida doméstica. Eu gosto de treinar policiais no exterior. Posso querer voltar ao exército ou me juntar a um grupo de mercadores. Só ficarei contigo enquanto eu for livre para ir aonde quiser. Não vou criar raízes. E de jeito nenhum você ficará grávida. Desista.
    Capítulo 6
    Como eles moram numa cidade pequena, logo todos ficam sabendo do caso entre Colie e J.C. Pelo fato dela ser a filha do ministro, algumas pessoas passam a tratá-la mal e até mesmo a questionar a moral do pai dela para fazer os sermões na igreja, falando de pecado, enquanto a própria filha vivia em pecado com um homem, sem ser casada. Só aí Colie começa a perceber que suas escolhas interferiram não somente na vida dela, mas na vida das pessoas que ela amava também. Mas seu pai, o reverendo Jared Thompson, é a melhor pessoa do mundo! Em momento algum ele a julgou ou a abandonou. Ao ver que Colie estava cometendo um erro ao se envolver com alguém que não a respeitava o suficiente para deixá-la fazer parte de sua história, que não a amava como ela merecia e que dava todos os indícios de que o relacionamento deles seria temporário, seu pai a aconselhava com carinho (conselho que ela ignorou) e a abraçava, dizendo que sempre estaria lá para ela, não importava o que acontecesse ou o que ela fizesse. Vendo o desconforto dela, J.C. falou que Colie podia contar a todos que eles estavam noivos, mas deixou claro que era uma mentira para acalmar os faladores e que nunca se casaria com ela. A boba ficou feliz, achando que ele devia sentir algo por ela para se importar com o que o povo estava falando (tem gente que gosta de se iludir), e já estava cheia de esperanças, quando J.C. disse que ia para o exterior a trabalho. O cara ficou dois meses fora, não deu um telefonema sequer e nesse meio tempo a mocinha descobriu que estava grávida. A coitada ficou achando que quando ele soubesse que seria pai iria mudar de ideia, ficaria feliz e se casaria com ela. E foi aí que tudo começou a dar errado.

    Eu já estou com a consciência pesada pela quantidade de spoilers que dei, mas acreditem: esse foi só o começo da história. Sem entrar em detalhes, vou me limitar a dizer que alguém armou pra mocinha e fez com que o mocinho achasse que o filho era de outro homem, como consta na sinopse. E foi nesse ponto que ele a expulsou de casa e a deixou na neve, grávida e sem casaco, como se fosse um cachorro, sem querer ouvir o lado dela da história. E fez o que todo ogro magoado da Diana Palmer faz nessas situações: humilhou a mocinha de todas as formas possíveis, tendo inclusive a audácia de dizer que ela era ruim de cama. Juro pra vocês que fiquei com muito mais raiva dele do que eu já estava. Eu já o desprezava pelo seu comportamento nesse relacionamento tóxico que eles tinham. Depois dessa, então, decidi odiá-lo pelo resto da minha vida. Mas foi aí que a coisa começou a mudar.

    Após J.C. esfriar a cabeça (e se recuperar da ressaca monumental que teve), ele começou a ligar os pontos, somar 1+1 e achar 2, percebendo, inclusive, que a mocinha era virgem quando ficaram juntos pela primeira vez. Contudo, ainda cheio de arrogância, ele acreditava que Colie o perdoaria quando falasse com ela, pois sabia que ela o amava. Mas J.C. quebra a cara bem feio, pois a mocinha já estava bem longe dali e já tinha outro homem disposto a cuidar dela — pooodre de rico, por sinal. Não vou entrar em detalhes sobre o que aconteceu que culminou nessa mudança de vida da Colie, mas foi um choque de realidade que J.C. precisava desesperadamente. Após descobrir que o mundo não girava ao seu redor, ele teve que revisitar o seu passado, reavaliar suas atitudes e amargar o fato de que outro homem viveria com a mulher e criaria o bebê que ele nem sabia que desejava, até ser tarde demais. Confesso que eu senti um prazer imenso com o sofrimento dele, pois foi merecido. E foi no meio da minha empolgação, torcendo para J.C. amargar sozinho até o fim, que a Diana Palmer soltou uma bomba sobre ele que tirou o meu chão. Direi apenas que o mocinho teve uma infância pesada, dramática e traumática. Meu Deus, como o meu coração doeu! Continuo odiando a forma como ele tratou Colie, nada vai justificar o que ele fez com ela, mas consegui entender a forma cínica como ele via o mundo. No final, fiquei com uma baita pena da criança que ele foi um dia. Foi angustiante e dilacerante o fato que o tornou a pessoa fechada e incapaz de amar que ele era. Nenhum outro mocinho da autora tem um histórico de vida como o de J.C. E quem foi que ofereceu o ombro amigo para esse homem? O pai da mocinha, reverendo Jared Thompson, também conhecido como a melhor pessoa do mundo! Ele tinha tudo para odiar o cidadão que acabou com a vida e felicidade de sua filha, mas o reverendo era um poço de amor e sabedoria, e foi o grande responsável pela mudança drástica na vida de J.C. Nesses três anos que passaram, o mocinho virou outro homem. Isso fez com que a passagem de tempo não me chateasse tanto, pois ele realmente precisava disso — da perda, do tempo, da dor — para mudar.
    Ele poderia estar no hospital com Colie, acolhendo a criança, confortando-a, tranquilizando-a. Mas ela estava casada. Ele estava sozinho e distante, como sempre estivera. Ninguém saberia que a garotinha que Colie acabara de dar a luz não era filha de seu marido. Mas ele saberia. J.C. se culparia enquanto vivesse por renegá-la, por não acreditar em Colie. Por arruinar a vida dela e a dele. E a dor nunca iria parar.
    Capítulo 9
    A parte da sinopse que se refere a filha e sobre criminosos atrás da mocinha já é final de livro, então não vou entrar nesse assunto. Afinal, depois de tanto spoiler, preciso deixar algo para surpreender vocês. Mas falando na criança, eu a achei super precoce. O livro tem um toque de sobrenatural/paranormal (outra coisa que deixarei pra vocês descobrirem mais quando lerem o livro), mas ainda assim a menina era avançada demais para os seus dois anos de idade. As coisas que ela falava — e a forma como ela falava — não combinavam muito com uma criança dessa idade, mesmo uma criança dotada como ela. Contudo, é uma obra de ficção e procurei levar na boa, até porque a menina era uma fofa, e eu adoro crianças fofas roubando a cena nos livros!

    Wyoming Winter foi um livro que mexeu comigo, principalmente pelas viradas que a história dá. Esse livro tem vários elementos que eu geralmente odeio num romance (passagem de tempo, mocinha grávida, mocinha casando com outro, longa separação, mocinho sem coração e mocinha que o deixa tratá-la mal, etc e tal), então foi uma surpresa chegar ao final da leitura e amar o livro, mesmo com todos os pontos que citei aqui. Só a Diana Palmer pra fazer isso comigo (odiar e amar ao mesmo tempo). Ela não escrevia um drama desses desde o livro do Rourke e da Clarisse (Indomado - Homens do Texas 51). Eu releio livros da autora o tempo todo, porém esse aqui é um que não aguento reler, não (só leria outra vez caso fosse lançado no Brasil). Mas com certeza é um livro que valeu a pena conferir e que, claro, eu recomendo demais, pois ele é mesmo muito bom. Não é à toa que Wyoming Winter é o livro da autora que ficou mais tempo na lista dos mais vendidos, segundo a própria. Só queria fazer novamente um pedido para Diana Palmer: vamos maneirar nas ogrices dos mocinhos, por favor. Esse foi o fim de uma maratona que fiz, lendo os 5 últimos livros que ela havia lançado, e na maioria deles o mocinho abusou da canalhice. Poxa, titia Palmeirão, pelo menos vamos intercalar, né?! Lança um mocinho ogro, outro fofo (ou, pelo menos, um não tão ogro assim). Meu coração agradece!


    CURIOSIDADES

    1) No capítulo 02a mocinha diz que um dos rapazes Kirk se casou com uma sensitiva. Ela está falando de Dalton Kirk e Merissa Baker (Corações Ousados - Homens de Wyoming 03).

    2) No capítulo 09, o ministro excêntrico citado é o Reverendo Jake Blair. E quando ele diz que sua filha e o marido dela têm um garotinho, está se referindo a Carlie e Carson (Invencível - Homens do Texas 49).

    3) No capítulo 15, o chefe de polícia citado, que é um ex assassino do governo, é o Cash Grier (Renegado - Homens do Texas 29); O xerife que se casou com a filha de um dos mais notórios chefões das drogas é o Hayes Carson, casado com Minette Raynor (Protetor - Homens do Texas 29); E a filha de King Brannt é a Morie Brannt (Corações Laçados - Homens de Wyoming 01).

    4) No capítulo 16, último parágrafo, há um pequeno erro. A autora escreveu o nome do mocinho como J.B. em vez de J.C.

    5) Alguns personagens interessantes voltaram a aparecer aqui, como Cody Banks (xerife de Catelow, Wyoming), além de novos personagens, como os irmãos Annie e Ty Mosby (primos da mocinha). Como sempre, tô de olho nesse povo todo!
      6) E por último, mas não menos importante, para saber como essa série se conecta aos "Homens do Texas"clique aqui.

       


      Homens de Wyoming / Irmãos Kirk:

      Relação atualizada dos livros da série, com os livros/séries conectados a ela, juntamente com a ordem de leitura, nesse link aqui.

      *** Suelen Mattos ***
      http://lh6.ggpht.com/_2WNpNdgUeb0/TUTUNd_cnxI/AAAAAAAAAyM/ce90pMbLYvc/separador.gif

      24 comentários :

      1. Como vc sabe a minha maior surpresa é sempre as relações que vc faz com tantos livros e personagens! rs
        Olha, eu tô meio no limite pra mocinhos canalhas. A Diana Palmer tem mocinhos fofos também? Pq to lendo um romance de banca aqui (de milionário grego haha) que quero ralar a cara do idiota no asfalto. Não consigo gostar!
        Costumo achar as capas dos livros da DP feias, mas AMEI essa!
        Bjss

        https://www.cafeidilico.com

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        1. Oie! Tem sim, hehe. Ela tem uns mocinhos bem fofos, mas estão ficando raros ultimamente.
          Ah, esses mocinhos gregos dos romances de banca! Sempre arrogantes, kkkkk

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      2. Oi Su,
        A senhorita já está formada em quantas temporadas de Diana Palmer? HAHA
        Adoro suas resenhas dela, super empolgadas e completas.
        To rindo demais do 'um bandido só' e as outras presepadas da sinopse. Esse povo leu o livro mesmo?
        Morta que o moço que é o inexperiente né, pra não saber que a moça é virgem. Alguns pontos desse livro me lembrou Um Gosto de Vida da Susan Mallery...mas sem essa coisa de sobrenatural. Eu também não gosto muito desse lance de mocinha grávida. Pra mim só agrada se for pro famigerado final feliz.

        P.S.: Já tinha ouvido falar daquela adaptação mais antiga de Testemunha de Acusação, preciso tirar um tempo pra assistir e espero que seja mais agradável que a minissérie haha.

        até mais,
        Nana - Canto Cultzíneo

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        1. Ah, umas 10, pq tem 10 anos que leio os livros dela, kkkk :c
          Esse da Susan Mallery já ouvi falar, mas nunca li. Tomara que não seja tão sofrido quanto esse aqui, hehe!

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      3. Oi Su! Eu gosto de mocinhos de personalidade forte e até um pouquinho mandões, mas um ogro não dá. Eu te entendo. Falando deste livro, que resenha emocionante e emocionada, deu para perceber que mexeu com você. Bjos!! Cida
        Moonlight Books

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        1. Ah, que bom que consegui passar o turbilhão que senti durante a leitura, hehe! :g

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      4. Oi adoro suas resenhas... esse livro tem ele para baixar? Onde encontro???

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        1. Oie! Obrigada! Então, o blog não disponibiliza e-books, salvos os disponibilizados gratuitamente pelas próprias autoras/editoras/lojas virtuais. Somente resenhas mesmo. :d

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      5. Jesus amado!!! Como vc consegue linkar assim esses livros? Eu não lembro o que o comi hoje no café da manhã e vc vai lá e faz toda essa ligação entre livros, lembra da galera e por aí vai.
        Tô me sentindo um montinho de cocô. :f

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        1. :c kkkkkk
          Durante a leitura, vou anotando os nomes que vão aparecendo. Às vezes posso até não ter certeza do nome do livro, mas sei quando é um mocinho ou mocinha da autora (não sei como, só sei, kkkk). E a cada nome novo, vou anotando e guardando nos meus arquivos, pra futuras referências. Eu tenho muita coisa anotada, pq a cabeça aqui não é tão boa assim não, kkkkkk

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      6. Quando você falou em textão eu lembrei o que eu escrevi sobre Anna K e o vol. 1 do Livro das Mil e uma noites. Tem histórias com as quais não é possível ser sintetica, a gente precisa escrever mais para trabalhar bem as emoções que elas nos causaram. Se hoje as pessoas não tem paciência para textos maiores azar o delas, eu acho!

        Dito isso: adoro spoilers. E que sinopse mais maluca foi essa? Colocaram o livro pelo avesso e disseram: "é isso!". Quanto ao livro, bem que eu queria ele no Brasil em português pq adoro um novelão das nove e a história é bem isso... Cheia de dramaaaa!!!

        No mais você é uma enciclopédia de Diana Palmer viva e habitando entre nós! Puro Show! Amei a resenha, texto gostoso de ler!

        http://www.pandoraesuacaixa.com.br/

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        1. Ah, obrigada! Realmente, eu precisava falar mais profundamente sobre esse livro. E sim, ele parece mesmo um novelão, kkkkk. E bota drama nisso. :j

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      7. Oi, Suelen. Achei sua resenha super completa e gostei muito de vc ter destacado os erros da sinopse. Vc está mt certa em fazer isso pq outros leitores podem se confundir com um resumo incorreto. Parabéns pela iniciativa. Vou passar a prestar mais atenção também nas sinopses dos livros que eu leio. Adorei o blog!!!

        http://www.karolgoncalves.com/?m=1

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        1. Obrigada, Karol. E seja muito bem-vinda! :g

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      8. oi , su, que história é essa? eu to super curiosa! até eu que não sou muito chegada nos livros dela fiquei com uma baita curiosidade
        http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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        1. Pois é, a Diana Palmer caprichou nessa história aqui. :j

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      9. Aii Su, eu fui lendo sua resenha roendo as unhas, confesso. Vc sabe que eu adoro a titia Palmerão, mas às vezes ela pega pesado mesmo. Fico feliz que no fim das contas a experiência tenha sido boa! Realmente a Palmer mexe com nossos sentimentos, tem outros livros dela que odiei o mocinho, mas ainda assim amei o livro, então te entendo perfeitamente rs

        Bjs, Mi

        O que tem na nossa estante

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        1. É o efeito Titia Palmeirão em nós, hehe!

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      10. Oi Su, tudo bem?
        Nossa senhora, que homem escroto. Fiquei curiosa pra saber o passado dele, porque não consigo imaginar nada que justifique o que ele fez com a moça. Nem sei se torceria pro casal acabar junto hahaha! =P
        Beijos,

        Priih
        Infinitas Vidas

        Tá rolando sorteio de Warcross, da Marie Lu, no Instagram. Participe! <3

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        1. É.... o que ele fez, só uma mocinha da Diana Palmer pra aguentar mesmo, kkkkk

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      11. Adorei sua resenha, me animou ate para ler o livro. beijos obrigada

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      12. Olá gostaria de saber se já tem ele disponível pra baixar. As suas resenhas são ótimas.

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        Respostas
        1. Oie! Bem vinda e obrigada! Então, o blog não disponibiliza e-books, salvos os disponibilizados gratuitamente pelas próprias autoras/editoras/lojas virtuais. Somente resenhas mesmo. :d

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      E aí, o que acharam??? Comentem!!! Adoro ler as opiniões de vocês!!!!

      :a   :b   :c   :d   :e   :f   :g   :h   :i   :j   :k   :l   :m   :n   :o   :p   :q   :r   :s   :t   :u

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