segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Melissa James - O Destino De Um Sheik

Título Original: The Sheikh's Destiny
Protagonistas: Alim El-Kanar e Hana al-Sud
Harlequin Special 67

Irmãos El-Kanar 01



Bastou um encontro para três forças poderosas serem desencadeadas: o dever, o desejo e o destino...

Com o seu reino devastado pela guerra, o sheik Alim El-Kanar está ferido, sozinho e acredita que não há mais futuro para ele. Até Hana salvar sua vida e lhe devolver as esperanças. Como enfermeira, Hana considerou que seu dever estaria cumprido assim que Alim se recuperasse. Mas depois que ele se restabeleceu, pediu a Hana que o acompanhasse como sua esposa! Ela sabia que essa conduta não passava de um jogo de aparências, pois jamais poderia ser a mulher legítima de um sheik. Porém a força do destino mudou sua vida…



Alim El-Kanar era o sheik desaparecido de Abbas al-Din. Após sobreviver ao acidente que matara seu irmão, ele não suportara a culpa e fugira de seu reino e suas obrigações e fora para o norte da África, em busca de redenção. Com seu caminhão, contrabandeava medicamentos, alimentos e pastilhas purificadoras de água para vilarejos controlados por comandantes hostis. Ninguém sabia sua real identidade. Lá, ele era apenas um silencioso motorista, que realizava milagres com frequência com sua ajuda. Mas a caminho de levar suprimentos para o vilarejo em Shellah-Akbar ele acabou sendo perseguidos pelos homens de Sh'ellah , um opressor cruel que se descobrisse quem ele realmente era não perderia a chance de pedir um resgate por sua vida. E depois o mataria. Mesmo ferido, ele havia despistado seus perseguidores por tempo suficiente para chegar ao vilarejo, onde foi ajudado por Hana al-Sud, uma enfermeira que também escondia seus próprios segredos. Não demorou muito para que ela reconhecesse quem o motorista, agora inconsciente, era. Não conseguia acreditar que em sua frente estava o homem que deveria ser o líder da nação da qual ela mesma fugira anos atrás. Precisava escondê-lo, antes que os homens de Sh'ellah chegassem. Agora, Hana sabia que eles não poderiam ficar nem mais um dia naquele lugar. Por razões diferentes — que ela não estava disposta a compartilhar — ambos precisavam fugir ao anoitecer.

Ao longo da fuga, Alim e Hana ficavam cada vez mais próximos. E ele tinha novos planos para assim que estivessem fora de perigo. Mas Hana sabia que seus segredos a impediam de se entregar ao homem que — contra sua própria vontade — passara a amar. E quando toda a verdade viesse à tona, ambos teriam que enfrentar os fantasmas de seus passados e aprender a ceder e confiar um no outro, se quisessem ter uma chance de viver esse amor impossível.

Lembro que quando li a sinopse desse livro pela primeira vez, me encantei logo de cara. Confesso que tenho um fraco por sheiks (desde que a história seja bem contada, é claro). Ao procurar saber mais sobre o livro, fiquei ainda mais interessada em lê-lo ao saber que a Hana não era uma mocinha como as encontradas na maioria das histórias de sheiks que tem por aí: ela não é estrangeira. Hana faz parte do mesmo povo que Alim. Mesmos costumes, mesmas tradições. Não me lembro de ter lido algum livro assim, apesar de saber que eles existem. Mas não se enganem: só porque Hana está ligada às mesmas tradições que Alim não significa que ela seja uma mulher que abaixe a cabeça para tudo o que os homens dizem. De fato, Hana é o oposto de tudo isso. Ela é uma mulher pra frente, independente, que não fica dando satisfações a ninguém e que vive a vida como ela quer. Bom, pelo menos na medida do possível. É que Hana fugiu de sua casa e deixou sua família por conta de um escândalo. Como ninguém parecia acreditar em sua inocência, ela resolveu partir. E ela tem vivido assim: sempre de malas prontas, preparada pra fugir novamente ao primeiro sinal de perigo. E dessa vez o tal sinal veio na forma de um sheik que, mesmo coberto de cicatrizes, era irresistivelmente sexy. E ao contrário do que se poderia esperar de um sheik, Alim não é autoritário. Leva a opinião de Hana a sério e tem a experiência dela e seu caráter em alta conta. Não se importa em seguir as instruções dela. Bom, na maioria das vezes, pelo menos. Afinal, ele sempre foi acostumado a ter suas ordens acatadas e seguidas à risca, e velhos costumes são difíceis de morrer. Mas até que ele se saiu muito bem ao ter os papéis invertidos.

Boa parte do livro se passa com a fuga deles do vilarejo e pelas matas ao redor. E fica claro que eles passaram a se amar pelo que eram, e não pela aparência. Sim, ambos eram lindos. Mas imagina ficar dias e mais dias se embrenhando na mata, sem tomar um banho decente, cobertos de lama, o cabelo então nem se fala... e comendo só barrinha de cereal? O intestino do sheik que o diga, kkkkkkkkkkkkk Muito boa essa abordagem da história, mostrando o lado real e humano da coisa, hehe. Mas então, a fuga foi indo, indo indoooo.... e quando eu pensei que o livro ia começar a ficar chato, não saindo mais daquilo, a história deu uma virada. Nada mais de lama e barrinhas. Agora que cada um estava onde deveria estar, entraram em cena outros conflitos: ele, de origem nobre; ela, de origem simples; ele, precisava se casar com alguém a sua altura para que o reino não desmoronasse; ela, precisava encarar novamente a família que não a apoiara; ele, disposto a tudo para ficar com ela; ela, cabeça-dura, recusando-se a dar a eles uma chance. É.... encarar homens armados, selva, lama e barrinhas de cereal foi moleza, se comparado ao desafio que Alim teria pela frente para convencer Hana de que eles poderiam ficar juntos, mesmo num momento tão delicado que o reino estava enfrentando. Juro pra vocês que teve horas que me deu vontade de acertar algo — com força — na cabeça daquela mulher, viu?! Ô mulher teimosa! Ter um Alim te querendo e ficar fazendo doce? Eita, que foi demais pra mim. E quando pensei que a criatura tinha conseguido acabar com a história, eis que ela recobra o juízo e recupera a sanidade. Abre os olhos e enxerga a luz. Graças a Deus! Daí.... só digo uma coisa: foi ma-ra-vi-lho-so! A história foi salva, e o livro entrou para o grupo dos meus "intocáveis". É meu e ninguém tasca, hehe!

Descobri que Harun, o irmão mais novo de Alim, tem um livro só dele também. Pra resumir, é o seguinte: Eram 3 irmãos. Depois que o mais velho morreu, Alim (o do meio) deveria ser o novo sheik. Mas ele fugiu e quem assumiu o trono foi Harun, o caçula. Além disso, segundo as tradições, Alim também deveria ter se casado com Amber, a noiva prometida do falecido irmão. Mas com a tal fuga, foi Harun, também, quem se casou com a mulher. Eles nunca foram um casal de verdade, mas dá pra perceber uma chama entre eles. E, apesar de ficarmos sabendo através do epílogo de "O Destino De Um Sheik" como a história desses dois termina, fica no ar a curiosidade de como eles chegaram até lá. Ainda bem que a autora escreveu "The Sheikh's Jewel". Agora sim dá pra acompanhar direitinho a história de Harun e Amber, desde o início. Se um dia conseguir esse livro, com certeza vou ler.

E se ainda não ficou claro, esse é um livro que eu recomendo também. É um romance levinho, apesar de tudo. Bem florzinha... estilo sessão da tarde mesmo, mas que não deixa de ter o seu charme!


Irmãos El-Kanar:

01- O Destino De Um Sheik (The Sheikh's Destiny) - Alim El-Kanar e Hana al-Sud
02- The Sheikh's Jewel - Harun El-Kanar e Amber el-Qurib



Capa Original:


*** Suelen Mattos ***
http://lh6.ggpht.com/_2WNpNdgUeb0/TUTUNd_cnxI/AAAAAAAAAyM/ce90pMbLYvc/separador.gif

8 comentários :

  1. Suelen!!!

    Eu queroooo! Preciso retornar ao meu mundo dos desertosss!

    Bjks! :u

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  2. Adoro mocinhos com cicatrizes, sofridos, e com grandes desajustes... kkkkkkkk
    Brincadeiras a parte, gostei da resenha e já quero ler e muitooooo
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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  3. Eu comprei esse livro na banca da rodoviária qdo fui pra Bienal. Comecei a ler e abandonei... Sei lá, achei chato o modo como ele falava... kkkkkkkkkk. E tb atinei nesse lance de que ela não era estrangeira. Diferente msm. :)

    Bjs.

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  4. Oi, tudo bom?

    Eu gostei do fato da mocinha Hana não ser estrangeira, por isso que fiquei interessada em lê-lo.

    Beijos
    Lu

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  5. Lu Miranda
    Você que adora sheiks vai amar ese livro, com certeza. Mesmo ele se passando mais no meio do mato do que no desertos, :o

    Lia
    Ele se sente culpado pela morte do irmão, então já sentiu o drama, né?!

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  6. Carlinha, dá mais uma chance pro livro. Espera eles saírem do meio do mato, que a coisa dá uma melhorada, hehe!!!!

    Lu, eu ainda não tinha lido um livro de sheik assim, onde a mocinha tinha os mesmos custumes e tradições do mocinho. Foi bem legal!

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  7. Eu acabei de ler o livro. Realmente é muito bom! O fato de Hana não ser uma mocinha perdida precisando que alguém lhe mostre o que fazer é um ponto bem positivo, detesto essa necessidade exagerada que algumas escritoras tem em colocar suas personagens como o sexo tão frágil quanto uma formiga...enfim, amei o fato de Hana, mesmo com seus medos e dúvidas, não se curvar diante daquilo que não queria mesmo fazendo parte de uma cultura tão rígida como a dela, mas enfim, nem tudo são flores.
    Pra quem leu o livro, foi só eu ou alguém mais achou que faltou mais intimidade, mais momentos tórridos e invejáveis entre Hana e Alim? kkkkkkkkkkkkkkkk

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  8. Aiiii, faltou sim. O livro é bem florzinha. Naaada hot. Quando a coisa começava a esquentar, sempre tinha um para dar pra trás, rs.... :o
    Mesmo assim foi um livro muito bom, hehe!!!! :q

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E aí, o que acharam??? Comentem!!! Adoro ler as opiniões de vocês!!!!

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